A vida depois dos aparelhos auditivos

A vida depois dos aparelhos auditivos

A  tecnologia dos aparelhos auditivos conseguiu melhorar a rotina de várias pessoas nos últimos anos

audição é um dos primeiros sentidos desenvolvidos ainda na gestação, pois dentro da barriga da mamãe o feto já é capaz de ouvir sons. No Brasil, a cada mil crianças nascidas, de 3 a 5 tem algum problema de audição. Esses problemas podem ser evitados ou descobertos ainda na gravidez com o acompanhamento correto do pré-natal. Assim, quando o bebê nasce, já pode-se dar início ao tratamento para que a criança possa futuramente usar aparelhos auditivos.


Como descobrir se o bebê precisará de aparelho auditivo


As crianças que demoram muito para desenvolver a caminhada podem ter problemas auditivos, por isso os pais devem ficar atentos. O ouvido nos permite receber o som que está a nossa volta e também nos traz noção do posicionamento do nosso corpo. Portanto, podemos dizer também que a audição ajuda em nosso equilíbrio.
Normalmente as crianças começam a ficar mais firmes para andar com um aninho, mas isso pode variar. Aos dois anos a criança já está mais segura e arriscando corridas pela casa. Se esse não for o caso, as consultas ao pediatra devem ser regulares e são fundamentais para identificar quaisquer dificuldades de audição no futuro.


Como a perda de audição afeta os idosos


Já nos idosos, a perda do equilíbrio é muito comum e está associada à diminuição da capacidade auditiva. A perda da audição vem com o tempo e as causas podem ser inúmeras, até pelas atividades que exerceram durante a vida. 

A avaliação médica é sempre muito importante para saber quais medidas devem ser tomadas e se há a necessidade do uso de aparelhos auditivos. Os idosos são os principais usuários dos aparelhos auditivos e os que mais tem receio em assumir a perda de audição. 

A adaptação e a aceitação dos aparelhos nesses casos são os mais difíceis, pois os idosos acabam sofrendo até decidirem procurar um médico. Depois que aderem ao tratamento e aos aparelhos auditivos, esses idosos ganham muito mais qualidade de vida. Por conta disso, é sempre importante visitar um médico regularmente. 


Surdos que não tem auxílio dos aparelhos auditivos são mudos?


Essa é uma dúvida que as pessoas leigas normalmente tem, mas esse quadro nem sempre ocorre.

A falta de audição realmente impede que a pessoa reconheça os sons, e consequentemente, isso pode gerar problemas de comunicação por meio da linguagem oral. Porém, não quer dizer que necessariamente as cordas vocais tenham algum tipo de defeito. 

Atualmente, a educação evoluiu muito e os surdos aprendem a linguagem dos sinais, leem lábios, entre outros recursos que ajudam a desenvolver a comunicação oral. Muitos também sabem ler através do alfabeto, sem perder nenhuma oportunidade na vida acadêmica ou profissional. 

Mas antes de qualquer diagnóstico definitivo é  muito importante fazer todos os exames possíveis, pois atualmente existe muita novidade em relação aos aparelhos auditivos e cirurgias que ajudam a desenvolver ou recuperar a audição. 


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