A nova geração e os aparelhos auditivos

A nova geração e os aparelhos auditivos

A perda auditiva está cada vez mais comuns em jovens de 30 anos ou menos


É praticamente impossível imaginar um mundo sem som. Imagine só se não conseguíssemos escutar o som dos animais, da chuva, do vento e também o som das nossas músicas preferidas, independente do gênero e do ritmo. 

A ideia de ficar sem ouvir, principalmente para quem já conhece os sons, é extremamente assustadora e uma realidade que queremos que passe fique bem distante de nós, porém que não pode ser inteiramente descartada.

Atualmente, pessoas acima de 30 anos já começam a apresentar algum grau de perda auditiva. Mesmo sendo baixos, os danos à saúde sonora estão começando cada vez mais cedo, visto que estamos sempre expostos a grandes ruídos e que nos atentamos cada vez menos a pequenos detalhes, como escutar música alta no fone de ouvido, por exemplo, o que pode ser fatal. 

Para ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que sofrem de algum grau de deficiência auditiva, seja ela de nascença ou adquirida com a idade ou em algum acidente, foram estudados métodos que pudessem ajudar no tratamento contra a surdez, chegando, após alguns anos, ao desenvolvimento dos aparelhos auditivos


O bem que o aparelho auditivo faz

O bem que o aparelho auditivo faz

Nem sempre as pessoas perdem 100% da capacidade sonora logo de início, mas, se não for tratada, a perda auditiva pode se agravar, podendo chegar ao nível de surdez completa, que é o mais temido e evitado por pacientes e também pelos médicos.  

Apesar de não ter cura, a perda auditiva pode ser controlada com tratamento médico e uso de aparelhos auditivos específicos para cada caso. Hoje, mais de 10 milhões de pessoas do mundo apresentam algum grau de deficiência auditiva e é por essa razão que fabricantes do mundo todo investiram anos de estudos e pesquisas para desenvolverem aparelhos que atendessem a todos os níveis da perda de audição, que pode ser leve, moderada e grave.


A juventude e a perda auditiva

A nova geração e os aparelhos auditivos

Os dias de hoje acabam por contribuir para uma saúde sonora cada vez mais debilitada


Mesmo que o déficit de surdez venha a se apresentar na maioria das vezes em pessoas de idade mais avançada, como idosos acima de 60 anos, é bastante comum que essa deficiência venha a se apresentar também em jovens adultos de 30 ou 40 anos. 

Salvos os casos de deficiência auditiva de nascença ou adquirida em acidentes, os dias de hoje acabam por contribuir para uma saúde sonora cada vez mais debilitada, que pode prejudicar nossa audição e em alguns casos causar danos irreparáveis, que precisam ser tratados com urgência e do jeito certo.

Pensando nisso, foi desenvolvida uma nova geração de aparelhos auditivos, que une modernidade e tecnologia, dois pontos fortes para ajudar a controlar o problema e também oferecer mais qualidade de vida ao paciente. 


Os aparelhos auditivos

Depois de anos de preconceito e medo por parte dos próprios pacientes, os aparelhos auditivos estão sendo bem aceitos. Após sofrerem inúmeras mudanças, eles estão cada vez menores, discretos e modernos, conectados via wireless, à prova d´água e com baterias de longa duração, se adaptando ao cotidiano das pessoas e eliminando de vez a sensação de desconforto, medo de adaptação e vergonha. 

Existem dois tipos de aparelhos auditivos. Os aparelhos analógicos e os aparelhos digitais. Mais antigos, os analógicos precisam ser ajustados manualmente, possuem uma estética mais ultrapassada e também podem dificultar a adaptação do paciente, pois são grandes e mais pesados que os atuais. Já os digitais são facilmente ajustáveis via computador, captam e transmitem um som mais limpo e claro e também são desenvolvidos em modelos mais atuais, discretos, leves e de materiais macios, que ajudam na qualidade de vida do paciente e também na sua adaptação com o novo estilo de vida. 

A tecnologia avançou tanto que hoje também foram desenvolvidos aparelhos mais avançados e raros, que se conectam a internet e seus dispositivos, como celulares e computadores. Esses modelos são mais exclusivos e os preços podem variar muito, de acordo com a fornecedora e da necessidade de cada paciente. 


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